Música

Joana Espadinha

Ninguém Nos Vai Tirar O Sol

26 DE NOVEMBRO, 2021
às 21h00

Sinopse:

“Ninguém Nos Vai Tirar O Sol” é o título do novo álbum e, simultaneamente, a primeira canção revelada por Joana Espadinha em Maio passado. Um título que não é seguramente inocente face à esperança que as composições que a cantautora sempre nos transmitem. Nunca de uma forma oca ou leviana mas antes com a acutilância e um sentido de observação raro que fazem de Joana Espadinha uma referência na escrita de canções no nosso país.

À entrada do Verão deste ano a surpresa foi “Mau Feitio”, o segundo tema a ser revelado do novo álbum. “A pop contagiante de Joana Espadinha está de volta com “Mau Feitio”, leu-se, e não podia ser mais apropriado. De facto, Joana Espadinha tem essa capacidade, de a partir de uma matriz musical eminentemente pop (leia-se também “popular”) encaixar palavras e ideias de que muitas vezes fugimos só por não as conseguirmos transmitir por receio de dramatismo ou por embaraço emocional. Assim são as grandes canções.

E “Ninguém Nos Vai Tirar O Sol” confirma-o. Que felicidade é encontrar reunidos no mesmo disco temas como “Queda Prá Desgraça”, “O Príncipe e o Sapo”, “Dar Resposta” ou “Quem Me Dera Saber Que Sou Feliz”. Afinal, é o digno sucessor “O Material Tem Sempre Razão”, o seu registo anterior de 2018 que colocou nas nossas vidas “Leva-me A Dançar”, “Pensa Bem” ou “Jogo Das Cadeiras”. Aliás, essa expectativa era já evidente no trabalho de estreia de 2014, “Avesso”. O apuramento da sua composição tem-na inclusive colocado no topo das escritoras de canções mais requisitadas – Carminho, Cláudia Pascoal, Sara Correia ou Luís Trigacheiro, são disso exemplo.

Em palco, a viagem é dominada pelo repertório do novo álbum com as obrigatórias e prazerosas incursões pelos outros discos. A experiência de assistir a um espetáculo de Joana Espadinha tem ainda perversidade de descobrirmos uma intérprete de especiais recursos e sensibilidade, acompanhada por uma banda irrepreensível. Múltiplos motivos de interesse e entusiamo para que seja marcada presença nesta noite.

 

JOANA ESPADINHA – voz, teclado

MARGARIDA CAMPELO – teclados, voz

JOÃO FIRMINO – guitarras e voz

FRANCISCO BRITO – baixo

NUNO SARAFA – bateria, percussões


Lotação da sala de espetáculos:
213 lugares mais 2 de mobilidade reduzida

Lotação da sala de espetáculos segundo as orientações DGS:
106 mais 2 mobilidade reduzida